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Francisco Pinto Rodrigues

Com 44 anos de trabalho na instituição e aos 68 anos de idade, fala da vivência na Escola Técnica Federal do Piauí, no Centro Federal de Educação Tecnológica e, atualmente, no Instituto Federal do Piauí.
publicado: 28/06/2018 16h42 última modificação: 13/07/2018 10h16

Nascido na localidade de Mato Alto, município de Batalha, em 1950, Francisco Pinto Rodrigues viveu a maior parte de sua vida escolar em Esperantina, onde cursou o primário e o ginásio. Veio para Teresina cursar o 2º grau, fazendo o científico no Liceu Piauiense. O sonho de ser engenheiro não foi concretizado, mas concluiu com muita dedicação o curso Técnico em Contabilidade na, então, Escola Técnica Federal do Piauí, onde também já era servidor.

Com 44 anos de trabalho na instituição e aos 68 anos de idade, fala da vivência na Escola Técnica Federal do Piauí, no Centro Federal de Educação Tecnológica e, atualmente, no Instituto Federal do Piauí.

Francisco Pinto Rodrigues

Pinto, como é conhecido por todos, ingressou em 14 de fevereiro de 1974. E mesmo antenado com as novas tecnologias, não abandona por nada sua companheira de trabalho: uma calculadora eletrônica de mesa com bobina, que tem 25 anos.

Francisco Pinto Rodrigues

Dentre as várias lembranças, ele destaca as semanas de festividades na época de aniversário da escola, as confraternizações de natal, as missas e o clima de amizade, onde todos do campus se conheciam.
Esse é um breve resumo da vida do nosso entrevistado. Acompanhe a leitura e saiba mais da sua trajetória de vida e atuação profissional.

Como foi que você ingressou na instituição?
Eu trabalhava na Secretaria de Planejamento do Estado quando surgiu o concurso. Naquela época, foram ofertadas 5 vagas e tiveram 74 inscritos. Ingressaram comigo Ana Lúcia, Francisco das Chagas Medeiros e Orlando Batista. Nossa posse foi com o diretor José Luís de Castro Aguiar.

Que atividades você exerceu no início da sua vida profissional?
Trabalhei inicialmente no Departamento de Ensino com datilografia, rodando cópias no mimeografo. O chefe do Departamento era o professor Raimundo Alves Araújo. Fiquei lá por três anos e fui para a sessão de contabilidade, coordenada por Maria Anita Castro Mascarenhas. Lá, colaborava com pagamentos de fornecedores, procedimentos referentes à previdência, bancos, etc. Depois passei para o Departamento de Pessoal, trabalhando no setor de folha de pagamento, que posteriormente recebeu o nome de Diretoria de Gestão de Pessoas (DIGEP) onde estou até hoje. Já faz mais de 35 anos!

Francisco Pinto Rodrigues

Da sua trajetória profissional, que momentos marcantes você destaca?
Fui homenageado no centenário da instituição, em 2009, recebendo a medalha Nilo Peçanha, em evento organizado pelo Ministério da Educação em Brasília. Infelizmente não pude comparecer à solenidade, mas a medalha foi trazida pelo então reitor Francisco Santana e também foi enviada pelos Correios. Na época de inauguração da Reitoria, em 2015, também recebi uma placa de homenagem pelos serviços prestados e por ser um dos servidores com mais tempo em atividade na instituição.

Francisco Pinto Rodrigues

Que amigos você recorda?
As pessoas eram muito próximas. No início, éramos apenas um Campus e conhecíamos todos. Eram muitos amigos. Trabalhei com Raimundo Nonato Cordeiro, Arlete Campos, Maria de Lourdes Campos Batista, professor Edgar, seu Paraná. Hoje, a instituição cresceu, está em várias cidades do Piauí, são muito servidores novos que a gente não conhece mais pelo nome.

O que você gosta de fazer quando tem um tempo livre?
Gosto de ir pra minha terra. Lugar que era a casa dos meus pais, cuidar da plantação, ir pra roça. Fazer coisas simples e ficar com a família.

Francisco Pinto Rodrigues

Você pensa quando vai se aposentar?
Nunca parei pra pensar em aposentadoria. Considero minha saúde muito boa. Faço acompanhamento médico de forma rotineira e tudo está bem. Gosto de trabalhar e me sinto bem com os atuais colegas de sala: Ciro, Ronaldy e Joara.

Francisco Pinto Rodrigues

Fale um pouco da sua família.
A instituição me deu condições de criar meus três filhos: Clarissa, Camila e João Neto. Todos formados, graças a Deus. Sou casado há 35 anos com Antônia Maria Damasceno Rodrigues, também servidora da instituição. Ela trabalha no Campus Teresina Central, no Departamento de Gestão e Negócios. Mais da metade da minha vida está nesta escola.