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Talentos IFPI

Igor de Melo Coelho

Programador Visual, lotado na Diretoria de Comunicação Social da Reitoria.
publicado: 26/10/2017 15h01 última modificação: 12/07/2018 15h38
Exibir carrossel de imagens Igor Melo durante apresentação.

Igor Melo durante apresentação.

Cozinha, dançar, escrever, tocar, pintar, compor, desenhar, etc. são tantas possibilidades. Muitas vezes, hobbies são deixados de lado pelas inúmeras atribuições do dia a dia, mas pesquisadores já apontam que atividades extras ajudam a relaxar e baixar os níveis de estresse. O importante é fazer algo que seja a sua cara e cheio de personalidade.

Pensando nisso, foi criado na página do servidor o espaço Talentos. Ele é destinado a todos os servidores do IFPI para que possam compartilhar seus talentos. Mostrar que além de profissionais comprometidos com a educação, são pessoas que se lançam em outras atividades, vivenciando novas experiências repletas de criatividade e emoções.

Nossa primeira conversa é com Técnico Administrativo Igor de Melo Coelho, Programador Visual, lotado na Diretoria de Comunicação da Reitoria. Ele tem 33 anos e ingressou na instituição em 2011.

Conheça um pouquinho do talento do nosso entrevistado.
Vamos lá?


Descreva um pouco o seu talento.

A música sempre foi a razão de todo meu esforço, a forma pela qual me comunico com as pessoas e também comigo mesmo. É pela música que me sinto útil e é através dela que descubro meu propósito no mundo.

Igor Melo durante apresentação.

Quando você aprendeu a tocar? Teve influência da sua família ou amigos?

Aos 10 anos comecei a ter contato com o violão por influência do meu irmão mais velho, que me ensinou os primeiros acordes. Desde então, fui aprendendo mais com o contato com outros músicos e também pela minha própria curiosidade.

Que instrumentos você toca?

Lá pelos 15 anos de idade, me interessei pelo contrabaixo também por influência do meu irmão. Aos 25, me interessei pelo piano e teclado, instrumentos totalmente diferentes dos de corda e comecei a aprender sozinho.
Comprei um teclado e encarei o desafio de aprender de ouvido, mas também buscando técnicas e teorias para desenvolver. Tocar outro instrumento (de teclas) abriu todo um novo horizonte e ajudou a melhorar inclusive nos instrumentos de cordas.


Que benefícios a música traz e como você se sente ao tocar?

A música me completa em vários sentidos, ajuda a tirar o stress, traz sensação de realização, muda inclusive o estado de espírito.
Quando estou num estúdio ou num palco, (ou até mesmo tocando sozinho em casa) me sinto útil e realizado, a pesar de ser algo muito íntimo, não sinto timidez.
O objetivo é ser ouvido e ajudar o artista ou banda que acompanho a se desenvolver e, com isso, desenvolver a mim mesmo.

Igor Melo durante apresentação.

Quais suas referências musicais?

Desde a adolescência já gostava de ouvir música instrumental, que poderia ir desde rock até clássica. Lá pelos 20 e poucos, descobri a música negra e desde então é o que venho tentando fazer. Sinto-me bem quando estou tocando e ouvindo Reggae, samba, jazz, funk, MPB, música universal, ou fusões entre esses e outros estilos.

Você já trabalhou ou trabalha como músico?

Sim. Desde os 15 já comecei a tocar em bandas pra valer. Como baixista e tecladista, já produzi, gravei, me apresentei com diversas bandas. Para citar algumas: Validuaté, Narguilé Hidromecânico, Karranka, Nando Chá, Batuque Elétrico, Brigitte Bardot, Quarteão, In Nature, Hugo dos Santos, Danilo Rudah, Teófilo Lima, Radiola de Rua, Roraima e Teregroove, além de outros artistas com quem me apresentei como freelancer.

Confira apresentação de Igor Melo com a banda Validuaté:

 

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